Tuesday, January 30, 2007
Friday, January 26, 2007
Thursday, January 25, 2007
Your spell
Something that simply mystifies me
Tell me, why should it be,
You have the power to hypnotise me
Let me live 'neath your spell
Do do that voodoo that you do so well
For you do something to me
That nobody else could do
Wednesday, January 24, 2007
From Estado Civil
"Podes fugir mas não te podes esconder"
or
"Takes one to know one"
Deixas-me sempre a pensar
Nestas tuas máximas partilhadas
Tuesday, January 23, 2007
I'm thinking about the fireworks
Don't get me wrong
If i'm looking kind of dazzled
I see neon lights
Whenever you walk by
Don't get me wrong
If you say "Hello" and I take a ride
Upon a sea where the mystic moon
Is playing havoc with the tide
Don't get me wrong
Don't get me wrong
If I'm acting so distracted
I'm thinking about the fireworks
That go off when you smile
Leave the world behind
Guevara também andou de mota
não me lembro se foram 6 meses
mas nunca mais foi o mesmo Ernesto
Terra do Fogo, Estreito de Magalhães
florestas tropicais e antigas civilizações
Meu caro, quando encontrares esta placa
Conta-nos como é
deixar o mundo para trás
Monday, January 22, 2007
London
Mas quem corre por gosto não cansa
This crowd is from Roger Waters concert
Last year
Sim no tal Hyde Park Calling
YoYoYo
Sweet Dylan
Well, your railroad gate, you know I just can't jump itSometimes it gets so hard, you see
I'm just sitting here beating on my trumpet
With all these promises you left for me
But where are you tonight, sweet Marie?
Well, I waited for you when I was half sick
Yes, I waited for you when you hated me
Well, I waited for you inside of the frozen traffic
When you knew I had some other place to be
Now, where are you tonight, sweet Marie?
Well, anybody can be just like me, obviously
But then, now again, not too many can be like you, fortunately.
Sunday, January 21, 2007
D'aprés Gus van Sant
Lembraste do Paris je t'aime?
aquela sequência do Gus van Sant
A personagem A diz à personagem B
"Eu tinha mesmo que te dizer isto
Não gosto de perder oportunidades"
Sim , ainda no outro dia falamos disto a propósito da vida....
Eu tinha mesmo que te dizer alguma coisa
Desculpa a ousadia
mas a cidade é tão grande
e no outro dia
na passadeira...
pois, fiquei mesmo a ver-te passar
e foi muito bom
Lately
E enquanto não recebo uma special message in my box
(é caso para perguntar se os correios andam atrasados na cidade do Porto)
I keep crossing my fingers for that concert
uma espécie de mantra mundial
coisa para fanáticos dos 30 anos da Roxanne
É que hoje já ouvi falar em 30 concertos
4 festivais e a abertura dos Grammy
YoYoYoYo
Saturday, January 20, 2007
confesso
Continuas a fazer-me falta.
Como o título daquele livro.
Confesso. Nunca o li.
Talvez nem seja preciso.
Fazes-me falta
Friday, January 19, 2007
Aquela mesa
Em ti
Apesar de tudo
acreditei em ti
nas vontades boas
nas conversas às 4 da manhã
quando me arrancavas da cama
- É muito tarde para ti?
Dizias-me
e eu nem dormia à espera de te ver
E agora?
continuo a acreditar
que as vontades foram mesmo boas
de mim para ti
Thursday, January 18, 2007
Pas moi
"Avec le temps, va , tout s'en va
L'autre qu'on adorait, qu'on cherchait sous la pluie
L'autre qu'on devinait au détour d'un regard
Entre les mots, entre les lignes et sous le fard
On oublie le visage et l'on oublie la voix"
Leo Ferré
Pas moi mon cher
Underneath the stars
you held in your hands
I had flashes
but you saw then plan
I wondered out in the world for years
while you just stayed in your room
I saw the crescent
you saw the whole of the moon!
Oh so long Marianne...
Wednesday, January 17, 2007
Tuesday, January 16, 2007
One more for the road
Pedia mais uma para o caminho
Devia encontrar a coragem
num copo de whisky
Para enfrentar a noite e o desalento
Monday, January 15, 2007
at a London flat
Into your ears
Diz que um dia virou a página e deu com um poema do Yeats
Those Dancing Days Are Gone
Curiosamente o primeiro verso
rezava assim:
"Come let me sing into your ears"
E sentiu que era uma canção e que tinha que ser cantada
Well, I just can say my dear
"Those days are over"
e não é Yeats
Mas anda lá perto
From Sam S. to S.
desde a relva alta, alta
até à esquina do parque
vejo-te que me estudas
eu vejo-te quando tu não
sabes que estou a olhar
e cada olhar que te roubo
deixa-me um dia mais novo
ultimamente tem sido díficil apanhar-te
ou então sou eu que estou a ficar velho
um dos dois está com certeza a perder
Friday, January 12, 2007
Possível diálogo entre mim e ti
-Se te disser que vim
à tua procura
Acreditas?
-Mas eu não te conheço?
-Basta quereres
Wednesday, January 10, 2007
Para a Claudia
E para quem contigo aí ficou
Para ti Quim
"A navegar, a navegar
tanto faz para onde se
vá, o Cruzeiro do Sul,
Cruzeiro do Sul onde
estiver, sempre estás tu"
Gabriela Mistral
Synchronicitando
Enquanto não chegam as datas da possível
discutida, falada e complicada reunião
dos três blondies
Curte-se esta pérola
Obrigada Ana
YoYoYo...
Um dia destes
Para te ouvir logo pela manhã
Não para afogar a minha dor
Nem acalmar a minha mágoa
Apenas para te ouvir
Monday, January 08, 2007
It's Build
Here they come with a brick in their hand
Men with heads filled up with sand
It's build
(...)
It's build a house where we can stay
It's build a house where we can stay
Add a new bit everyday
It's build a road for us to cross
Build us lots and lots and lots and lots and lots
Do you remember? it's my reference for Lego...
Thursday, January 04, 2007
Ao passar do vento
Thursday, December 28, 2006
Paris, Texas (1984) - Opening sequence
longe estou do lugar
onde nasci
errância
perdida no deserto
da esperança que ficou
além do mar
sempre aqui
com as mãos de areia
e o sol na face
corro na linha
que parte de algures
encontrar-te ei
no olhar
que ficou preso
entre segundos
de um tempo que não conta
não anda
apenas fica
como tu ficaste
aqui algures
longe estou do lugar
onde nasci
errância
perdida no deserto
da esperança que ficou
além do mar
sempre aqui
com as mãos de areia
e o sol na face
corro na linha
que parte de algures
encontrar-te ei
no olhar
que ficou preso
entre segundos
de um tempo que não conta
não anda
apenas fica
como tu ficaste
aqui algures
Breathe
Breathe, breathe in the air
Dont be afraid to care
Leave but dont leave me
Look around and chose your own ground
For long you live and high you fly
And smiles youll give and tears youll cry
And all you touch and all you seeI
s all your life will ever be
Pink Floyd
Wednesday, December 27, 2006
Kings of Pain?

I just find myself reading another Police stuff, i still don't believe about it. Who wrote this? Why this kind of feelings? You were a band, a great one, i don't care about the hits or the pressure to have one, i really love your music. Please don't give us another picture of your split i just care for your music, its above everything. who cares about it? what broken silences are you mr. Gordon Sumner affraid of? I just need to say that :
"Modesty , propriet can lead to notoriety you could end up as the only one gentleness, sobriety are rare in this society At night a candle's brighter than the sun"
Did you remember this mr. Gordon Sumner?
I think Stewart and Andy are rare in this society
http://www.sting.com/news/interview.php_________________
Mary
Friday, December 22, 2006
I know my mind is made up - III
Isto não é segredo para ninguém. Quem me conhece, e quem por aqui anda, já reparou que eu sou mesmo fã do Stewart Copeland!
A sério!! Fanática completa!!! Isto nem sempre foi assim, mas lately a coisa piorou.
Devaneios à parte, e, porque a conversa é mesmo séria, no tempo em que os Police apareceram, eu era ainda miúda da escola primária. O primeiro concerto foi em 1977 algures numa arena qualquer deste planeta.
Anos depois, e por influências próprias da idade, os amigos são sempre as nossas melhores referências, escutar Police tornou-se obrigatório. Nessa altura só reparava em mr. Gordon Sumner, o Sting. Charmoso, uma voz de enlouquecer, uma presença fantástica em palco e fora dele. Dos outros dois só retinha a maneira frenética como o Stewart estava na bateria. O Andy sempre foi muito apagado.
Não havia festa na disco lá da terra sem a Roxanne ou a Message in a Bottle, a meu pedido obviamente. Lembro-me de insistir com o Blinds (a propósito alguém sabe onde ele anda?) para não deixar acabar a noite sem aquelas músicas. Desta forma, Police e Sting eram uma e única coisa. Primeiro erro.
Segundo erro. Continuar a acreditar que aquele senhor, que carregava o próprio material dos espectáculos no início de carreira, continuaria a ser assim, um homem simples. Já noutra altura, quando a defesa da floresta amazónica estava na voga, fiquei estupefacta com umas declarações. Aqui começa o desencantamento.
Terceiro erro. Que ao fim de tantos anos e depois de continuar a cantar as músicas dos Police, mr. Sumner considerasse uma possível reunião da banda como algo normal. Não, desenganei-me completamente.
Por alguma razão nunca me penalizei com o facto de não o ter visto em Alvalade ou no Rock em Rio. Isto é, nunca fiquei com pena, ou nem me importei muito com isso tipo de oportunidade. Agora entendo porquê….
E aqui entra o Stew. Curiosidade à parte de saber o que andava a fazer nos últimos tempos a situação agravou-se com o lançamento do fantástico dvd “Everyone Stares”, imagens fantásticas que ele guardou durante anos em cassetes super 8.
Óbvio, fã como era tinha que o ter lá na prateleira dos obrigatórios.
Entende-se tudo, de fio a pavio. Principalmente o a vontade de mr. Sumner em estar só, em não partilhar os arranjos musicais com o resto da banda. Isto foi uma descoberta terrível para mim.
Depois Andy com o livro One train later. E a lançar a ideia de um reencontro da banda, que no próximo ano comemora 30 anos. Isso mesmo. 30
Era um sonho voltar a ver aqueles três malucos on stage...
Pelo menos isto era um sinal que a tal possibilidade existia. Stewart estava de acordo e Andy também a decisão só dependia de mr. Gordon Sumner. Aqui começa a confusão: mas porque razão esta reencontro era tão doloroso para Sumner? Ele ainda canta os velhos sucessos dos Police. Ok! O Stewart diz que as músicas são dele, mas para mim as músicas são dos Police, não importa quem assinou as letras, faz parte de outro registo. E os registos musicais são diferentes.
Nos últimos dias dei de caras na webpage da revista britânica Uncut http://www.uncut.co.uk/music/the_police/interviews/9139 com uma entrevista de Stew, e às páginas tantas ele apenas diz que Sting é um jogador de ténis e ele e Andy jogadores de futebol. E isto deixa-me petrificada. Que egocentrismo mr Sumner! Por sua culpa milhares de fãs dos Police em todo o mundo vão deixar de aplaudi-los mais uma vez. E não venha cá dizer que o Stewart toca rápido de mais ou o Andy se engana sempre no refrão…Nunca mais compro nada seu, lamento que o seu egoísmo narcisista não contribua um pouco mais para a história da música e depois não venha dizer que o cenário actual não lhe interessa e assim justifica o interesse por um poeta desconhecido.
Ao Stewart só posso dizer que o admiro imenso não só pelo seu percurso musical fantástico, e que infelizmente não é muito conhecido por cá, mas principalmente como ser humano. Se o querem conhecer um pouco melhor visitem a página dele e deliciem-se com as Dinner Tales.
http://www.stewartcopeland.net/
A sério!! Fanática completa!!! Isto nem sempre foi assim, mas lately a coisa piorou.
Devaneios à parte, e, porque a conversa é mesmo séria, no tempo em que os Police apareceram, eu era ainda miúda da escola primária. O primeiro concerto foi em 1977 algures numa arena qualquer deste planeta.
Anos depois, e por influências próprias da idade, os amigos são sempre as nossas melhores referências, escutar Police tornou-se obrigatório. Nessa altura só reparava em mr. Gordon Sumner, o Sting. Charmoso, uma voz de enlouquecer, uma presença fantástica em palco e fora dele. Dos outros dois só retinha a maneira frenética como o Stewart estava na bateria. O Andy sempre foi muito apagado.
Não havia festa na disco lá da terra sem a Roxanne ou a Message in a Bottle, a meu pedido obviamente. Lembro-me de insistir com o Blinds (a propósito alguém sabe onde ele anda?) para não deixar acabar a noite sem aquelas músicas. Desta forma, Police e Sting eram uma e única coisa. Primeiro erro.
Segundo erro. Continuar a acreditar que aquele senhor, que carregava o próprio material dos espectáculos no início de carreira, continuaria a ser assim, um homem simples. Já noutra altura, quando a defesa da floresta amazónica estava na voga, fiquei estupefacta com umas declarações. Aqui começa o desencantamento.
Terceiro erro. Que ao fim de tantos anos e depois de continuar a cantar as músicas dos Police, mr. Sumner considerasse uma possível reunião da banda como algo normal. Não, desenganei-me completamente.
Por alguma razão nunca me penalizei com o facto de não o ter visto em Alvalade ou no Rock em Rio. Isto é, nunca fiquei com pena, ou nem me importei muito com isso tipo de oportunidade. Agora entendo porquê….
E aqui entra o Stew. Curiosidade à parte de saber o que andava a fazer nos últimos tempos a situação agravou-se com o lançamento do fantástico dvd “Everyone Stares”, imagens fantásticas que ele guardou durante anos em cassetes super 8.
Óbvio, fã como era tinha que o ter lá na prateleira dos obrigatórios.
Entende-se tudo, de fio a pavio. Principalmente o a vontade de mr. Sumner em estar só, em não partilhar os arranjos musicais com o resto da banda. Isto foi uma descoberta terrível para mim.
Depois Andy com o livro One train later. E a lançar a ideia de um reencontro da banda, que no próximo ano comemora 30 anos. Isso mesmo. 30
Era um sonho voltar a ver aqueles três malucos on stage...
Pelo menos isto era um sinal que a tal possibilidade existia. Stewart estava de acordo e Andy também a decisão só dependia de mr. Gordon Sumner. Aqui começa a confusão: mas porque razão esta reencontro era tão doloroso para Sumner? Ele ainda canta os velhos sucessos dos Police. Ok! O Stewart diz que as músicas são dele, mas para mim as músicas são dos Police, não importa quem assinou as letras, faz parte de outro registo. E os registos musicais são diferentes.
Nos últimos dias dei de caras na webpage da revista britânica Uncut http://www.uncut.co.uk/music/the_police/interviews/9139 com uma entrevista de Stew, e às páginas tantas ele apenas diz que Sting é um jogador de ténis e ele e Andy jogadores de futebol. E isto deixa-me petrificada. Que egocentrismo mr Sumner! Por sua culpa milhares de fãs dos Police em todo o mundo vão deixar de aplaudi-los mais uma vez. E não venha cá dizer que o Stewart toca rápido de mais ou o Andy se engana sempre no refrão…Nunca mais compro nada seu, lamento que o seu egoísmo narcisista não contribua um pouco mais para a história da música e depois não venha dizer que o cenário actual não lhe interessa e assim justifica o interesse por um poeta desconhecido.
Ao Stewart só posso dizer que o admiro imenso não só pelo seu percurso musical fantástico, e que infelizmente não é muito conhecido por cá, mas principalmente como ser humano. Se o querem conhecer um pouco melhor visitem a página dele e deliciem-se com as Dinner Tales.
http://www.stewartcopeland.net/
Wednesday, December 20, 2006
Queres que te acorde? Para falarmos um pouco por aqui?
ou I know my mind is made up - parte II
Desperta-me de noite
Desperta-me de noite
o teu desejo
na vaga dos teus dedos
com que vergas
o sono em que me deito
É rede a tua língua
em sua teia
é vício as palavras
com que falas
A trégua
a entrega
o disfarce
E lembras os meus ombros
docemente
na dobra do lençol que desfazes
Desperta-me de noite
com o teu corpo
tiras-me do sono
onde resvalo
E eu pouco a pouco
vou repelindo a noite
e tu dentro de mim
vai descobrindo vales.
Maria Tereza Horta
I know my mind is made up
Roxanne, you don't have to put on the red light
Those days are over
You don't have to sell your body to the night
Roxanne, you don't have to wear that dress tonight
Walk the streets for money
You don't care if it's wrong or if it's right
Roxanne, you don't have to put on the red light
Roxanne, you don't have to put on the red light
Put on the red light, put on the red light
Put on the red light, put on the red light
Put on the red light, ohI loved you since I knew ya
I wouldn't talk down to ya
I have to tell you just how I feelI won't share you with another boy
I know my mind is made up
So put away your make up
Told you once I won't tell you again it's a bad wayRoxanne,
you don't have to put on the red light
Roxanne, you don't have to put on the red light
You don't have to put on the red light
Put on the red light, put on the red light
Persegue-me a letra
a voz
e
Stew.
Sempre
ontem lá estava
à minha espera
my mind is made up darling
Monday, December 18, 2006
Thursday, December 14, 2006
Cedo ou tarde
Cedo ou tarde
Devias saber que é sempre tarde que se nasce,
Devias saber que é sempre tarde que se nasce,
que é sempre cedo que se morre.
E devias saber também que a nenhuma árvore
é lícito escolher o ramo onde as aves
fazem ninho e as flores procriam.
Albano Martins
Tuesday, December 12, 2006
O que fica
O que fica de nós para além de nós?
-Não sei, diz ele
-Realmente não sei.
-Fica o que dei.
Sim. Fica e fica muito mais do que a certeza da morte, da morte entre as árvores, acima da terra, entre as nuvens de um ar rarefeito. Fica o sonho concretizado de uma viagem austral. De gatos brincalhões num pátio de uma residencial qualquer num fim do mundo perdido entre estradas e caminhos remotos.
Ficam os dias de sorrisos abertos, de cabelos ondulados penteados com os dedos. Ficam as tardes de sol, os livros na mesa, o café, o maço de cigarros partilhado.
Ficam palavras. Gestos. Outra vez os sorrisos. Ficam os desenhos e os poemas que davas, assim, -Pega: é teu, faz dele o que quiseres.
Não me morreste. Vives. Continuas viva em mim e em todos. Continuo a encontrar-te dentro de mim. Em nós.
E o escritor lá vai dizendo , não sei, fica o que dei.
E tu, deste tanto e não sabiamos que o fazias.
Monday, November 27, 2006
Nunca mais te encontro

Bem me dizias tu que ias de férias a 9 de Novembro e que até lá esperavas receber mais mails meus. Desculpa, eu sei, o trabalho, a rotina diária, uma coisa aqui outra ali...e eu não mandei mais noticias minhas. Tinha tanta coisa para te dizer. Precisava respirar um pouco melhor, pausadamente, assim dir-te ia que agora tenho uma gata lá em casa, encontrei-a num dia de chuva, que os miúdos lá estão a crescer, traquinas, crianças como tu na curiosidade de descobrir o mundo. E dir-te -ia que uma das nossas amigas está de esperanças e que todas as outras estão bem.
E novamente perguntar-te -ia quando te vejo? "Nunca mais te encontro" disse-te eu no meu último mail... e tu lá me disseste "Querida, passei o fim de semana em Viana, "agarradinha à família, e não deu para grandes coisas..."
E agora Claudia? Estará a lua em quarto crescente?
Resta a angústia e o silêncio como no poema por ti escolhido do Vasco G. Moura- alba em memória de sophia. Minha amiga Claudia Sofia 1972-2006
Friday, November 17, 2006
Tuesday, November 14, 2006
Colin Morning Coffee
Wednesday, November 08, 2006
Do do do da da da is all want to say to you...
Bem, afinal os meus sonhos ainda se podem realizar.
Quando Stewart Copeland lançou o dvd, "Everyone Stares: The Police Inside Out", com os melhores momentos vividos pelo trio, eu já andava cá a pensar que seria uma boa desculpa para uma reunião do grupo. O Andy Summers também andou a escrever um livro sobre o assunto: "One Train Later". Tantos sinais que me conduziram de facto a uma só ideia, vão voltar. Mas a bela tem um senão, Sting. Cheguei mesmo a enviar em e-mail para o staff do dito vocalista e a resposta foi bem clara: Greetings, I don't think that will be happening, but you can always keep up with Sting'swhereabouts on the TICKETS and NEWS pages. Katie
E hoje sou surpreendida com esta pequena maravilha, espero que cheia de graça e de esperança.
Andy Summers, o antigo guitarrista dos Police, afirmou, na internet, que deseja que o grupo se volte a reunir. No entanto, o músico faz depender de Sting o regresso da banda, acrescentando que só falta o "sim" do cantor para que tal aconteça.
Segundo o Uncut, num podcast do site Culturecatch, Andy Summers diz que o retorno dos Police é «uma decisão do Sting. Ele só o fará quando estiver preparado [e] se o quiser fazer», acrescenta o guitarrista, que diz, ainda, que se os Police voltassem, «esgotariam todos os estádios do mundo».
Já agora o que precisa Mr Gordon Sumner para estar preparado? Se o quiser fazer? Foi a música dos The Police que o lançou, se assim não fosse porque razão continua ele a cantar os velhos temas como Roxanne ou Message in a Bottle? Vá lá deixe de ser casmurro, o que lá vai lá vai...
E já agora podem passar pelo Estádio do Dragão? Aqui vos espero!!!
Quando Stewart Copeland lançou o dvd, "Everyone Stares: The Police Inside Out", com os melhores momentos vividos pelo trio, eu já andava cá a pensar que seria uma boa desculpa para uma reunião do grupo. O Andy Summers também andou a escrever um livro sobre o assunto: "One Train Later". Tantos sinais que me conduziram de facto a uma só ideia, vão voltar. Mas a bela tem um senão, Sting. Cheguei mesmo a enviar em e-mail para o staff do dito vocalista e a resposta foi bem clara: Greetings, I don't think that will be happening, but you can always keep up with Sting'swhereabouts on the TICKETS and NEWS pages. Katie
E hoje sou surpreendida com esta pequena maravilha, espero que cheia de graça e de esperança.
Andy Summers, o antigo guitarrista dos Police, afirmou, na internet, que deseja que o grupo se volte a reunir. No entanto, o músico faz depender de Sting o regresso da banda, acrescentando que só falta o "sim" do cantor para que tal aconteça.
Segundo o Uncut, num podcast do site Culturecatch, Andy Summers diz que o retorno dos Police é «uma decisão do Sting. Ele só o fará quando estiver preparado [e] se o quiser fazer», acrescenta o guitarrista, que diz, ainda, que se os Police voltassem, «esgotariam todos os estádios do mundo».
Já agora o que precisa Mr Gordon Sumner para estar preparado? Se o quiser fazer? Foi a música dos The Police que o lançou, se assim não fosse porque razão continua ele a cantar os velhos temas como Roxanne ou Message in a Bottle? Vá lá deixe de ser casmurro, o que lá vai lá vai...
E já agora podem passar pelo Estádio do Dragão? Aqui vos espero!!!
Monday, November 06, 2006
Little princess
Acontece e pronto
Thursday, November 02, 2006
Thursday, October 26, 2006
Set them free
Não poderia ser de outra maneira a posse é um sentimento doentio.Não quero dizer com isto que seja demasiado liberal, mas não podemos prender ninguém a nós,
nem lançar a âncora no coração de outrém assim de quelque façon.
Por tudo isto e, principalmente, porque cresci nestas coisas do amor ao som deste refrão
lembrei-me dele. Porque há muito que soltei as amarras and i threw away the key...
If you need somebody, call my name
If you want someone, you can do the same
If you want to keep something precious
You got to lock it up and throw away the key
If you want to hold onto your possession
Don't even think about me
If you love somebody, set them free
If you want someone, you can do the same
If you want to keep something precious
You got to lock it up and throw away the key
If you want to hold onto your possession
Don't even think about me
If you love somebody, set them free
Wednesday, October 25, 2006
The bridge post
Monday, October 23, 2006
Grief and Rain

Ok! passei os olhos num post do estado civil e deparei-me com uma citação curiosa. Segundo o escritor inglês Martin Amis, devemos reagir ao desgosto como reagimos à chuva: baixamos a cabeça e seguimos em frente.
Aqui começa o problema: eu nunca baixo a cabeça. Adoro dias de chuva, acho-os encantadores! E claro que sim, sigo em frente. Nunca poderia reagir desta forma a um desgosto meu caro Martin.
Mas cada um é como cada qual, e quem sou eu para contestar o enfant terrible da literatura inglesa, um dos escritores mais importantes da sua geração, considerado o ícone da decadência dos finais do século XX? Just a woman that loves rain
Thursday, October 19, 2006
Mr. Copeland again...

by Stewart Copeland…
"And now for the reason they flew me all this way. Dave and Taylor and I are going to engage in a drum off with some street drummers. Out on the sidewalk are the local heroes and a cluster of Tupperware. They are already blasting, so us white boys sit down, grab sticks and pick up the groove. In a heartbeat, we are woven together in a tapestry of rhythm. The guys on my left and right are as culturally removed from me as Egyptian sailors but we are soon reaching into each other’s souls as we respond to the pulse. It’s a dialogue that’s clear and deep. Each of us is a spoke in a spinning wheel. We give and take. We support and challenge. We are one.(...)
My sticks are a blur and my heart is soaring with joy. Never mind the heat and sweat; all of my being is just a vehicle for this gift of rhythm."
Tuesday, October 17, 2006
LAMENTÁVEL SR. RUI RIO!!!!!!!
Câmara do Porto cortou iluminação no Teatro Rivoli
A Câmara Municipal do Porto cortou a iluminação e colocou o ar condicionado no máximo do frio numa tentativa de acabar com o protesto de um grupo de actores e espectadores que se mantêm barricado há mais de 30 horas no Teatro Rivoli.
Fonte do grupo que se mantém em protesto declarou que apesar de terem passado a noite às escuras (à excepção da zona da plateia) e com o ar condicionado no máximo do frio, os manifestantes prometem manter o protesto contra a decisão da autarquia de entregar a gestão do teatro Rivoli a privados.
Diário Digital / Lusa
17-10-2006 9:17:00
A Câmara Municipal do Porto cortou a iluminação e colocou o ar condicionado no máximo do frio numa tentativa de acabar com o protesto de um grupo de actores e espectadores que se mantêm barricado há mais de 30 horas no Teatro Rivoli.
Fonte do grupo que se mantém em protesto declarou que apesar de terem passado a noite às escuras (à excepção da zona da plateia) e com o ar condicionado no máximo do frio, os manifestantes prometem manter o protesto contra a decisão da autarquia de entregar a gestão do teatro Rivoli a privados.
Diário Digital / Lusa
17-10-2006 9:17:00
Monday, October 16, 2006
"Nothing's gonna change my world"

Li algures na web que David Bowie quer ir no primeiro voo espacial comercial... Será que é desta que ele atinge o Universe?"Nothing's gonna change my world "... I do hope so Ziggy!
Words are flowing out like endless rain into a paper cup
They slither wildly as they slip away
Across the universe
Pools of sorrow, waves of joy are drifting through my opened mind
Possessing and caressing me
Nothing's gonna change my world (...)
Sounds of laughter, shades of life are ringing through my open ears
Inciting and inviting me
Limitless undying love, which shines around me like a million suns
It calls me on and on and on
Across the universe
Friday, October 13, 2006
Para Luís o sonhador
Continua a sonhar e a dar conta desses sonhos. Escreve-os.
Narra-os. Quem o lê sabe disso tudo. Da ternura e da raiva. Sempre presente nas palavras com que nos brinda nos seus pequenos livros.
Luís Sepúlveda. Chileno. Sul americano. Um cidadão de consciência mundial. Um homem que não se cala, que não teme e sonha.
“Sonho com um Chile tranquilo, algo simples”, diz, “gostava de voltar a encontrar a normalidade tranquila de viver no meu país e na América Latina”.
Enquanto isso não acontece vai-nos dando conta de todos os artificies que continuam a colocar Pinochet como um inválido, com seus derrames cerebrais. Continua à espera de quem lhe diga o paradeiro de seus companheiros e companheiras que desapareceram nos anos negros da ditadura. Continua à espera que Bush e todos os seus seguidores terminem com as estúpidas guerras.
Tudo isso será possível um dia? Sim Luís. Será. Tu acreditas que sim, mas este foi o tempo que te deram para viver. A ti e a mim.
E para além de tudo isto há as outras histórias. Aquelas cheias de ternura quando abraças os amigos espalhados no mundo. Com quem te sentas à mesa, seja de um lar ou de um bar. Todos nos tornámos teus amigos. Os que te conhecem e os que te lêem.
Narra-os. Quem o lê sabe disso tudo. Da ternura e da raiva. Sempre presente nas palavras com que nos brinda nos seus pequenos livros.
Luís Sepúlveda. Chileno. Sul americano. Um cidadão de consciência mundial. Um homem que não se cala, que não teme e sonha.
“Sonho com um Chile tranquilo, algo simples”, diz, “gostava de voltar a encontrar a normalidade tranquila de viver no meu país e na América Latina”.
Enquanto isso não acontece vai-nos dando conta de todos os artificies que continuam a colocar Pinochet como um inválido, com seus derrames cerebrais. Continua à espera de quem lhe diga o paradeiro de seus companheiros e companheiras que desapareceram nos anos negros da ditadura. Continua à espera que Bush e todos os seus seguidores terminem com as estúpidas guerras.
Tudo isso será possível um dia? Sim Luís. Será. Tu acreditas que sim, mas este foi o tempo que te deram para viver. A ti e a mim.
E para além de tudo isto há as outras histórias. Aquelas cheias de ternura quando abraças os amigos espalhados no mundo. Com quem te sentas à mesa, seja de um lar ou de um bar. Todos nos tornámos teus amigos. Os que te conhecem e os que te lêem.
Thursday, October 12, 2006
Wednesday, October 11, 2006
Tuesday, October 10, 2006
Essa Boneca Tem Manual

Muito cabelo.Todo encaracolado, uma boneca de pé descalço e um vestido de flores. Sempre flores.
Canta com o natural prazer de quem vive no hemisfério sul. Despojada de preconceitos. A voz solta-se grave. MPB folk. Não sei se existe, mas o registo desta Vanessa , da Mata, soa-me a tudo isso. Entre o romantismo único da brasilidade e o acorde muito folk de um acordeão. Um segundo albúm para crescer e continuar a consultar o manual da boneca.
Friday, October 06, 2006
Behind the scenes

Ainda se lembram deste senhor?
Freneticamente na bateria dos The Police? Stewart Copeland
Chatices à parte com mr. Gordon Sumner, a verdade é que ele era uma peça fundamental numa banda que marcou a minha juventude. Como eu fui feliz ao som desta banda...
Revivalismo à parte, Stewart além de ser um excelente músico, gostava mesmo era de filmar os companheiros musicais na sua super 8.
"Everyone Stares: The Police Inside Out", é o resultado dessa paixão, um documentário que mostra as fascinantes behind-the-scenes, nunca antes vistas dos The Police, desde 1978 até 1984.
Façam lá o favor de se juntar outra vez em palco... os ainda fãs agradecem e o mundo ficaria um pouco mais Synchronicity...Oh! every little thing she does is magic....
Tuesday, October 03, 2006
Pequeno verso

Ouvi ontem
Assim sem querer
Sem estar à espera
E foi bom
Muito bom
“Casa de Praia”
O terceiro álbum de um francês
Que vive no Rio
Sim, aquele, o de Janeiro
O tal que toda a gente ama.
Adoptou a cidade
E o ritmo.
“Música de ninar gente adulta “, diz ele
E muito bem digo eu.
Da brevidade sonora
Ficou a paz
E este pequeno verso
“Um sorriso que o tempo não envelhece
Um abraço que a gente nunca esquece”.
Merci Pierre
Monday, October 02, 2006
Porque há filmes assim

Os filmes falam connosco de uma forma que as palavras nunca conseguirão
David Lynch justificou assim a realização do seu novo filme, “Inland Empire”. Uma sensação de “déjà vu”, a percepção de uma realidade, um filme que já existia mesmo antes de ter começado a trabalhar nele.
“O cinema tem a sua própria linguagem e é feito de imagens, sons, movimentos, inseridos num tempo específico. Pessoalmente, os meus filmes surgem de uma certa intuição, de uma miraculosa mistura de ideias e emoções.”
Se fosse escritor, pintor ou músico, Lynch diria exactamente o mesmo. Ele apenas transmite o seu estado interior desta forma. Uma câmara, um cenário, 3 ou 4 personagens e voilá: temos obra. Esta pelos vistos foi realizada em suporte digital, e como o próprio referiu. “O digital é um sonho. É flexível, fácil, posso filmar o que quer seja onde quiser. Não posso regressar à película.” Discutível direi…
No entanto, apanhei as palavras de David, precisamente porque há filmes que dizem mais que tratados, análises, críticas. Há filmes que também não dizem nada. Outros trazem o mundo lá dentro. Este e o outro.
Um filme é um pedaço de alguém. Um sonho, um momento vivido, intensificado na imagem que não se quer esquecida. Porque há filmes assim. Que ficam. E ainda bem.
David Lynch justificou assim a realização do seu novo filme, “Inland Empire”. Uma sensação de “déjà vu”, a percepção de uma realidade, um filme que já existia mesmo antes de ter começado a trabalhar nele.
“O cinema tem a sua própria linguagem e é feito de imagens, sons, movimentos, inseridos num tempo específico. Pessoalmente, os meus filmes surgem de uma certa intuição, de uma miraculosa mistura de ideias e emoções.”
Se fosse escritor, pintor ou músico, Lynch diria exactamente o mesmo. Ele apenas transmite o seu estado interior desta forma. Uma câmara, um cenário, 3 ou 4 personagens e voilá: temos obra. Esta pelos vistos foi realizada em suporte digital, e como o próprio referiu. “O digital é um sonho. É flexível, fácil, posso filmar o que quer seja onde quiser. Não posso regressar à película.” Discutível direi…
No entanto, apanhei as palavras de David, precisamente porque há filmes que dizem mais que tratados, análises, críticas. Há filmes que também não dizem nada. Outros trazem o mundo lá dentro. Este e o outro.
Um filme é um pedaço de alguém. Um sonho, um momento vivido, intensificado na imagem que não se quer esquecida. Porque há filmes assim. Que ficam. E ainda bem.
Sunday, October 01, 2006
How I feel
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